JP Dogg

Entrevistando Quem Reage com JP Dogg

Rap Nacional, Reação/Análise

Entrevistando Quem Reage com JP Dogg

ENTREVISTA

Revista Rap: De onde surgiu a ideia/vontade de ter um canal de React?

JP Dogg: Minha opinião é muito importante e necessária.(kkkkkkkk)Vejo que as pessoas clamam por ela.

Revista Rap: Quanto tempo você curte/está na cena do RAP?

JP Dogg: Seria muita ousadia eu me considerar como parte da cena do rap, mas acho que de alguma maneira…eu estou nela. Tudo começou no dia 28 de Setembro de 2018, quando fiz o vídeo “Falando Sobre: Yung Buda”.
Curto rap desde pequeno. Meus amigos ouviam bastante. Acho que meu primeiro contato foi com Sobrevivendo no Inferno, que era de um amigo. O meu primeiro CD foi o Nada Como Um Dia após o Outro Dia, presente da minha mãe.

Revista Rap: Qual tipo de som mais curte escutar? (Rap, Trap, R&B, outros)

JP Dogg: Ouço muita coisa, mas sou bem seletivo. Dos gêneros, eu gosto de rap e rock, mas meus artistas favoritos nem pertencem a esses gêneros. No Brasil, gosto muito de Tim Maia, Elis Regina, O Rappa e principalmente Djavan. Dos gringos, eu gosto de Amy Winehouse e Björk.

Revista Rap: Algum artista/youtuber ou canal te inspira? Qual?

JP Dogg: Bruno Fabil, Guilherme Treeze e alguns outros, como, Lucas Inutilismo, Maicon Kuster e até mesmo o Dollynho da Noitosfera, que hoje, é apenas Dollyn.

Revista Rap: Qual Rapper gostaria de fazer um react junto, e para qual música?

JP Dogg: Acho que o Kant. Reagindo a uma música dele ou a uma do Yung Buda.

Revista Rap: Qual sua visão desse tão falado “Hype”?

JP Dogg: O Hype ajuda o movimento, mas também pode atrapalhar. Algumas pessoas fazem tudo pelo Hype, e isso pode ser ruim.



Revista Rap: Um dia ele (Hype) vai deixar de existir e ficar na cena quem realmente faz porquê gosta?

JP Dogg: Sim, com toda certeza, o Hype vai sumir. O Hype nada mais é, do que um sinônimo de moda. Eu vejo dessa maneira. O emo, nada mais foi do que uma moda/Hype da época. A prova disso é que, eu não vejo mais homens andando por aí de franjinha. Não vejo o trap como um Hype, mas muitos estão somente pelo Hype.

Revista Rap: Sua visão sobre o Rap Underground e o Rap atual, o que você acha que mais mudou?

JP Dogg: Eu vejo uma evolução na estética. Tipo, uma preocupação maior com a métrica, tentar colocar uma metáfora, jogo de palavras e tal. Não que antigamente não tinha, mas hoje é mais notório. Muitos falam das letras, mas se você procurar, tem muito MC fazendo boas letras, hoje em dia.

Revista Rap: Um rapper ou grupo da nova geração que você acha que ta chegando pra estourar ou fazer nome no rap?

JP Dogg: Cleitxn. Não é porque ele é meu amigo, mas ele tem talento demais. Se tiver a chance e o holofote que precisa…vai ser um grande nome da cena.

JP Dogg: Muito obrigado pela entrevista!
Só queira mandar um salve ao Ricardo Alves e ao Felipe, do Mensageiros da Profecia, e aos meus inscritos.