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Mano Brown e Djonga participam de um documentário

Mano Brown e Djonga participam de um documentário

No dia 15/06 acontecerá a premier do documentário “O Rap pelo Rap 2”, na SPCine Olido. O filme, dirigido por Pedro Fávero, é um autorretrato feito por seus próprios protagonistas, os artistas, buscando enriquecer a cena e aprofundar o debate sobre o movimento.

“No documentário os artistas, como Brown, Thaíde, Djonga explicam todas as mudanças no hip hop ao longo deste período e como se posicionam para os desafios do futuro” comenta o diretor. 

O documentário já tem data confirmada para duas exibições, que serão as seguintes:
– Spcine Olido: 15/06 – 15h | após a sessão, bate-papo com o diretor
– Cine Matilha: 18/06 – 20h  | após a sessão, bate-papo com o diretor

FICHA TÉCNICA REDUZIDA:

Entrevistados: Thaíde, Mano Brown, Djonga,  Rincon Sapiência, Froid, Nill, Glória Groove , Dj Miria Alves, WC no Beat, MC Soffia, Rico Dalasam, Baco Exu do Blues, Matéria Prima, Nego E, Dryca Ryzzo, Bivolt, Alt Niss, Karol de Souza, DJ Mayra Maldjian, Tássia Reis, Tatiana Bispo, Drik Barbosa, Stefanie, Brisa Flow, Bárbara Sweet, Victor Xamã e Arit.

Direção, Roteiro e Edição:
Pedro Fávero  Citações do filme:

“Quem entra de corpo e alma nisso não sai nunca mais” – Mano Brown
“30, 40 anos depois é tão importante quanto quando eu era um garoto de 8 anos” – Mano Brown
“A gente merece ocupar essa espaço e ter tudo da melhor condição: social, econômica, cultural.” – Djonga
“O Rap e o Funk estão na mídia hoje, vai negar?” – WC no Beat
“Rap pra mim é trafico de informação” – Brisa Flow
“O Rap é minha própria vida. É nele que eu vivo, é nele que eu brinco, é nele que eu falo sério” – Thaíde (sobre Rap)
“O motivo de porque eu rimo muda bastante, tem hora que é um serviço social, de contar historias que as pessoas não conhecem, às vezes é um serviço de história, às vezes é rancor, um situação que voce foi tirado de racismo, as vezes é paixão, às vezes é tudo” – Rincon Sapiência
“O rap é um som inteligente, é um som que faz a pessoas pensarem, se questionarem. Acredito que se o rap tiver nas TVs, nas novelas na radio, ele pode influenciar a pessoas a serem melhores, pra se tolerarem, evoluírem como ser humano, refletir sobre o outro” – Dryca Ryzzo

“Uma coisa é quando você canta pra um público pequeno, outra coisa é quando você canta para massa de pessoas que tá ali pra ouvir, mas também para te julgar” – Baco
“Muito mais do que me trazer de volta pra musica , me fez me entender como mulher, conhecer outras realidade e isso é bem transformador.” –  Dj Mayra Maldjian
“Eu comecei a fazer a rap porque eu queria ouvir raps que não tinha, eu não queria revolucionar o mundo, um momento da historia, eu não tava planejando ser o primeiro rapper gay da parada e tudo que isso trouxe” – Rico Dalasam
“O rap na verdade não pertencia a aquele universo misógino, machista, que eu tava olhando, ele pertencia a qualquer pessoa que botava a mão na massa e se dispunha a fazer” – Gloria Groove
“Não precisa da Globo vir aí, pro cara viver do bagulho, o cara lança o som quando você vai ver o cara ja tem milhões de acesso” – Nill
“Que haja essa evolução dentro desse mercado, esse crescimento, não só musicalmente, mas poder ver frutos de ter grandes DJs nossos espalhados pelo mundo fazendo grandes trabalhos” – DJ Miria Alves
“Esse é o momento mais livre do Rap” – Froid
“Eu sei como é ganhar dinheiro com uma coisa que ninguém acreditava e depois calar a boca de todo mundo. Eu sei como é consumir o que você quiser, mas isso não é o bastante pra gente, isso é muito pouco. Esse é o melhor  momento, essa é nossa hora.” – Froid

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